Arquivo da categoria: Piadas

E Nasce o Priminho do Joãozinho

Ao nascer o priminho do Joãozinho, a mãe de Joãozinho e ele foram ao hospital fazer uma visitinha para a tia e o novo priminho.

A mãe já sabendo das aprontações de joãozinho, antes de sair de casa avisou:

– João, olha só, seu priminho nasceu sem as duas orelhas, então por favor nao comente nada sobre isso! Para a titia nao ficar magoada.

Joãozinho concordou na hora e ficou curioso para ver o novo priminho. Ao chegar no hospital, entrou no quarto da tia e do primo e viu o priminho sem as orelhas e foi logo dizendo:

– Nossa que olhos lindos ele tem. Que Deus abencoe esses olhos lindos!
A tia agradeceu ao joãozinho emocionada pelo carinho! Ao que 5 minutos depois Joaozinho volta a falar:

– Mas que olhos lindos né tia. Que Deus abencoe muito esses olhos! Tomara que ele sempre tenha olhos assim!

E assim foi, após o decimo elogio aos olhos do priminho a tia ficou intrigada e perguntou:

– Mas joãozinho porque voce elogia tanto os olhos dele e pede tanto a bença de Deus.

– Ah! Tia! É porque se ele tiver q usar ÓCULOS…

…TÁ FUDIDO!

ANÁLISE LITERÁRIA DA MÚSICA AI, SE EU TE PEGO!

Por Edmilson Borret, professor de Português


Já que professor de literatura sou, dediquei alguns minutos do meu
precioso tempo para me debruçar sobre a letra desse “fenômeno” de
crítica e público que assola as rádios e tv’s, não só do Brasil, mas
também do mundo: “Ai, se eu te pego”, desse grande artista chamado
Michel Teló.
Uma letra de música tão profunda, filosófica e poética como essa
merece, sem sombra de dúvida, uma análise literária mais esmiuçada…
Então vamos lá!

“Delícia, delícia
Assim você me mata”
Nos versos acima, nota-se de imediato que o eu lírico expressa
metaforicamente seu deleite sexual, chegando mesmo – pode-se dizer – a
um estado de clímax sexual, um orgasmo. Entretanto, à medida que
avançamos na leitura da letra da música, percebemos logo no verso
seguinte uma ideia parodoxal que nos leva a constatar que talvez o eu
lírico, através de um eufemismo muito bem elaborado, aponte para uma
das práticas difundidas na tradição literária ocidental,
principalmente a partir do Romantismo. Observem o verso:

“Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego”

A anáfora presente nesse verso, com a repetição da interjeição “ai”,
mais uma vez denota a ideia de deleite, de clímax sexual. Entretanto,
através do papel hipotético conferido pela conjunção condicional “se”,
percebe-se que o eu lírico não chegou, de fato, a um enlace, a uma
conjunção carnal com o objeto de seu desejo: o “ai se eu te pego”
signicando algo como “ai, como eu gostaria de te pegar” ou “ai, se eu
pudesse te pegar” (levando-se em consideração também o neologismo já
absorvida pela linguagem coloquial quando ele usa o verbo “pegar” para significar o ato sexual).

Ou seja: se, nos dois primeiros versos, o eu lírico expressa seu
deleite, seu clímax sexual, seu orgasmo; mas, logo imediatamente, nos
dá dicas de que o enlace sexual não ocorreu de fato, somos
forçosamente levados a considerar que o eu lírico é…

UM PUNHETEIRO DE MARCA MAIOR!

E essa porcaria vende, meus amigos!

(Edmilson Borret)

Checápi do Mineiro

O Seu Antônio, aproveitando a viagem a Belzonte, foi ao médico fazer um ‘checápi’.

Pergunta o médico:

 

– Sr. Antônio, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.

– E eu disse ter 40 anos?

 

– Quantos anos o senhor tem?

– Fiz 57 em maio que passô.

 

– Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?

– E eu disse que meu pai morreu?

 

– Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?

– O véio tem 81…

– 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?

– E eu disse que ele morreu?

– Sinto muito. E quantos anos ele tem?

– 103, e anda de bicicreta até hoje.

– Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de quê?

– E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casá na semana que vem.

– Agora já é demais! – Diz o médico revoltado. – Por que um homem de 124 anos iria querer se casar?

-E eu disse que ele QUERIA casar? Queria nada, mas ele engravidô a moça…


COPA 2014

Faltam 3 anos,

12 estádios,

1 seleção,

1 técnico,

30 hotéis,

14 aeroportos,

120.000 km de rodovias,

2.000 km de metrô,

6 trens-bala,

115 favelas pacificadas,

33.000 soldados preparados,

2.000 restaurantes e

150.000 motoristas de taxi falando inglês.

Cidade de Itu

Um turista hospeda-se num hotel na cidade de Itu.

Como fazia muito calor, resolve ir até o bar tomar alguma coisa.
Senta-se numa mesa e pede um chope para o garçom.

Logo o garçom coloca na sua frente uma caneca imensa.
– Nossa, que loucura, dá pra nadar aqui dentro! Por que tão grande?

– É que aqui é a cidade de Itu, onde tudo é grande e exagerado, respondeu o garçom. 

– Que maravilha!
E rapidinho tomou tudo. 

– Garçom, outro! 
Lá vem o garçom com mais um canecão. O cara delira e diz pra si mesmo: 

– Meu, que zzzzidade maravilhosa! Aqui tudo é grande, que chope imenzzzo!
E mandou outro chope pra dentro de novo. 

A figura, já torto, ri à toa, feliz da vida, e diz:
– Garzzzzommmm, onde ffffica o banheiro? 

– No final daquele corredor, à direita.
O homem levanta e, cambaleando, segue na direção indicada, mas, no final do corredor, se confunde e vira à esquerda, dá de cara com a Piscina do hotel, e começa a rir mais ainda.

– Não é pozzzivel, aqui zuzo é grande mezzzmo! Olha zzó ezzzza privada enooorrrrme!!!!

E começa a mijar, feliz da vida. Com o corpo balançando por causa da bebedeira, o coitado cai na piscina, e começa a gritar desesperado:

– Ninguém pujjja a dezzzgarga! Ninguém pujjja a dezzzgarga que eu tô aqui> dentro!!! 

O porteiro do hotel, um negão 4×4, vê a situação do bêbado e pula na piscina pra salvá-lo, e vai nadando em sua direção. 

O bêbado, em pânico, começa a empurrar a água na direção do negão gritando:
– Zzzai cocozão ! Zzzai cocozão !

Liderança é Tudo!

Há muitos e muitos anos, viveu um homem do mar,
conhecido como “Capitão”.
Ele era muito valente e jamais teve medo diante de qualquer inimigo.

Certa vez, navegando pelos sete mares, um dos vigias
da embarcação viu  que se aproximava um barco pirata.

O Capitão gritou:
– Tragam a minha camisa vermelha!
E vestindo-a, ordenou aos seus homens:
– Ataquem! Ataquem e vençam estes malditos piratas!
E assim foi feito, e derrotaram os piratas.

Alguns dias mais tarde, o vigia viu dois barcos piratas.
O Capitão pediu novamente sua camisa vermelha
e a vitória voltou a ser sua.

Nessa mesma noite, seus homens perguntaram porque
ele sempre pedia a camisa vermelha, antes de entrar na batalha.

O Capitão respondeu:
– Se eu for ferido em combate, a camisa vermelha não deixará que
meus  homens vejam meu sangue, e assim,
todos continuarão lutando sem medo.

Todos os homens, diante daquela declaração, ficaram em silêncio,
maravilhados com a coragem de seu comandante.

Logo no amanhecer do dia seguinte,
o vigia viu 10 barcos piratas que se aproximavam.

Toda a tripulação, assustada, dirigiu os olhos para o Capitão,
e ele  com sua voz potente
e sem demonstrar nenhum medo gritou: ….
– Tragam a minha calça marrom!! 

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